Emília Pinheiro é um dos seres mais hediondos que me passou pelos olhos recentemente. A começar pelo livro de dietas a que chamou… sim “A Dieta de Auschwitz”.

Esta desesperada por atenção teve ainda o descaramento de defender o seu infeliz título numa entrevista completamente nojenta à revista sábado. Na dita entrevista, ao ser-lhe perguntado se não considerava o título de mau-gosto, responde esta abécula:

“Não creio, sinceramente. Ofensivo, jamais. Também vivi uma guerra sangrenta, em Outubro de 1975, na capital de Angola, Luanda, onde morava na época”.

Calma! Calma que ainda há muito mais!

Porque é que chamou assim ao livro? “Quando resolvi “abrir os portões” de Auschwitz, sessenta anos depois, foi com a intenção de levar o leitor a recordar que, “o acto de nos alimentarmos de forma correcta é soberano e essencial à vida, para que – tal como lá – não sejamos passivamente aprisionados e exterminados, aqui, pelos nossos próprios vícios”.

O jornalista André Rito, espancou a criatura perguntando-lhe: “Alguma vez esteve em Auschwitz?” a resposta, claro, é a que esperas: “Não, nunca estive.”

“Ó Zangado, mas espera aí! Que merda de editora é que lançou isto”. O jornalista ajuda:

Não pensou que um livro com o título “A Dieta de Auschwitz”, publicado pela “Editora Ariana”, pudesse chocar algumas pessoas? Foi surpreendida?

Ela diz que foi enganada mas que continuará a defender o seu livro até à morte. Morte essa, minha querida, que pessoalmente, espero que seja breve, breve.

Quié? Também ‘tive em Angola. Posso dizer e escrever o que eu quiser, certo? Burra da merda.

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