Obrigado por tudo, George Romero

O cancro pulmonar até pode ter vencido George A. Romero mas a sua obra e o impacto desta há muito lhe garantiram a imortalidade.

Era eu um catraio quando li às escondidas um livro chamado “A Noite dos Mortos-Vivos”. Mal sonhava que alguns anos depois iria ver – também às escondidas – o filme! E que filme.

Como eu, milhares! E ouve minha riqueza mai nova: não haveriam The Walking Deads nem “28 dias depois” sem este visionário.

No entanto, os zombies dos nossos dias não entusiasmavam George. Via neles “telenovelas  com zombies” (LINK)  ao contrário do que Romero sempre fez: filmes originais repletos d’acção com mensagens satíricas muito, mas muito bem aplicadas ao seu tempo e público.

Dawn of the Dead é talvez o melhor exemplo disso. Eu cá não consigo entrar num shopping sem me lembrar deste filme.

Por isso, Georgito! um muito obrigado pelas horas inesquecíveis! O Zangadinho, quando tiver idade, lá haverá de chatear – comó pai – tudo e todos para que explorem, sem medos, a belíssima obra que nos deixaste. Avé!

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