Mais portugueses de sucesso para te deixar o pito aos saltos

Viva o Salvador! Viva o Cris! Mas vivam também mentes brilhantes de portugueses de sucesso por esse mundo fora que provavelmente não conheces.

Irene Fonseca
Tem 60 anos, nasceu em Lisboa e emigrou para os EUA há 27 anos. É um dos maiores nomes da investigação mundial em matemática. É investigadora da Universidade Carnegie Mellon, onde dá aulas de Ciência, dirige centros e coordena equipas.

Carlos Caldas
Nasceu em Oliveira de Frades, tem 56 anos e saiu de Portugal em 1988. É cientista e professor no departamento de oncologia na Universidade de Cambridge, onde lidera um grupo de investigação na área da biologia molecular do cancro, nomeadamente o cancro do estômago e da mama.

António Damásio
É considerado um dos mais brilhantes investigadores do mundo no estudo do cérebro. Nasceu em Lisboa e tem 70 anos. Emigrou em 1975 para os EUA, onde hoje dirige o Brain and Creative Institute. Recebeu inúmeros prémios e os seus livros estão traduzidos em mais de 30 línguas.

António Simões
Nasceu em Lisboa e tem 49 anos. É assumidamente homossexual e faz parte dos banqueiros de topo do Reino Unido. Foi eleito pela “Financial Times” o gay mais influente e inspirador na área dos negócios (juro que é verdade). É presidente do banco britânico HSBC.

Nuno Peres
É professor catedrático e vice-presidente da Escola de Ciências da Universidade do Minho. Foi no ano passado o cientista mais citado em todo o mundo. [fonte] Da mesma lista fazem parte Gonçalo Abecasis, ligado à área da genética e da biologia molecular na Universidade de Michigan (EUA), Inês Barroso, investigadora na mesma área mas na Universidade de Cambridge e no Wellcome Trust Sanger Institute (Reino Unido), e Caetano Reis e Sousa, investigador em imunologia no Francis Crick Institute, também no Reino Unido.

Maria Pereira
Maria Pereira está a alguns passos de solucionar mistérios que rondam a medicina desde os tempos de egípcios e gregos. Aos trinta anos, ela desenvolveu uma cola com potencial para substituir as suturas na pele humana. Com os ensaios clínicos prestes a começar, o material pode chegar às salas de operação em 2017.

E muitos mais. Porque nem só cantores ou desportistas merecem o nosso louvor nacionalista. Fica à vontade para acrescentar mais nomes à lista nos comentários em baixo.

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