Com a sua nova lei Trump quer destruir ou ajudar os grandes bancos?

Trump agora quer reavivar uma lei de 1933 (Grande Depressão) e actualiza-la para os grandes bancos de hoje em dia. O que pode correr mal?

Tem calma, já sabes que o Zangado filtra-te isto para não teres que levar com pormenores a mais. A saber;

Em 1933, durante a Grande Depressão e até 1999, esteve em vigor nos EUA a lei Glass-Steagall. Muito basicamente esta lei impedia que um banco “normal” pudesse investir em produtos financeiros de alto-risco. Ou seja, existiam dois tipos de bancos: os para particulares e empresas, e os que se dedicavam em exclusivo a títulos, ações, etc.

“Espera aí ó Zangado… então quem aboliu esta lei pode muito bem ter dado início à tal crise financeira onde vivemos?”

Ora nem mais. Quando Clinton aboliu esta lei, bancos como o JPMorgan, Bank of America ou Citigroup cresceram a pontos nunca antes vistos. E se já ouviste falar num tal de Lehman Brothers, sabes perfeitamente o belíssimo resultado que deu.

Fazendo por esquecer que este conceito de “crises ocasionais” é, na verdade, parte essencial da manutenção do sempre pobre sistema capitalista, isto pode correr relativamente bem ou absurdamente mal.

Donaldo mandou com o termo Glass-Steagall pó ar mas na verdade ainda ninguém sabe (nem mesmo o staff de Trump) ao certo em que consistirá esta lei. E muito menos que implicações reais terá para todos nós.

Por isso, sim, a balbúrdia parece continuar na Casa cada-vez-mais Branca. Continua-se, aliás, ainda sem “repeal and replace” (expressão do género “banir e substituir”) a Obamacare.

Ainda bem que o próximo presidente dos EUA tem bem mais juízo:

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