Enterrar ou cremar? Nada disso, agora a solução é dissolver

Quais enterrar ou cremar, isso é muito século XX. Agora, o ideal é ser.. vá, dissolvido. A ideia é já um sucesso pós States e Canada e não tarda chega aqui.

A ideia passar por dissolver os tecidos moles com Hidróxido de potássio (copiei da Wikipédia, não faço a menor ideia do que seja). Garantem as funerárias que já oferecem este serviço que é, sem dúvida alguma, a forma mais limpinha de te livrares daquele parente mais chato.

A verdade é que os cemitérios das grandes cidades estão a ficar lotados e a cremação tem um gigantesco custo ambiental. Ora, a menos que considerem os cemitérios 2.0 do Japão, a solução passa mesmo por resolver a coisa como resolviam os mafiosos e aquele gajo do Breaking Bad.

E o que acontece ao corpo? Dizem eles que fica ali um preparado absolutamente ideal para estrumar campos. Aliás, parece que já estou a ver: “eu quando morrer quero ser transformado em adubo líquido para estrumar as vinhas”.

A verdade é que não tardará assim tanto até começarem a surgir, também na Europa, os primeiros serviços deste género. De salientar ainda, claro, que a igreja católica lá do sítio se opõe, tendo mesmo um bispo chegado a dizer “é como mandar o parente pela sanita a baixo”.

Vídeos e uma extensa reportagem sobre o assunto para ver no site da BBC.

 

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