Já vi a Wrestlemania 33 e foi espectacular !

“Já viste o quê Zangado?!” Pronto, esquece que isto não é para ti. Por outro lado, se estás a par do único evento desportivo que realmente interessa, bem-vindo/a à Wrestlemania 33 (sem spoilers!).

Se colecciono action figures? Não que já não tenho 12 anos e muito menos dinheiro para isso. Se compro merchandise? Mas é que nem pensar. Se desde que me lembro de existir sigo atentamente a carreira de homens musculados que fingem espancar-se? Com todo o gosto.

No fundo é isso; da mesma maneira que nunca haverei de gostar de um desporto que envolve um calçanito e meia pelo joelho, faltas e cartões às cores para os que tocam nos outros ou ter como objectivo enfiar a bolinha na redinha, também compreendo que o legado de um Goldberg te passe ao lado.

MAS CHEGA DE PALEIO E CONTA COMO FOI Ó MURCÃO

Como achas que foi? Aquele jerk-off (é melhor em Inglês não venha aqui parar um puto ao engano) à nacionalidade ‘muricana, um estádio com 75 mil pessoas com aviões militares a passarem e montes de motas da polícia na entrada do inacreditavelmente em forma para a idade dele Triple H / Cerebral Assassion / The Game / Hunter / como como o meu irmão lhe chama “o dos Motorhead”. Ah. E muito fogo de artifício.

Bom, como disse, não te vou estragar surpresa nenhuma mas um dos mais espectaculares lutadores de sempre voltou. Aliás, um não, dois. Bom, se contares o espectacular regresso do Goldberg , até são três. Vá, uma pista: a tag team que criou os ladder matches! Se souberes quem é já sabes que teve o chamado wrestlemania moment.

Infelizmente, e para não variar, Brock Lesnar foi secante. Só lhe vale o absolutamente magnífico Paul Heyman (LENDA!!) a ajudar. Esperava bem mais deste combate mas… pronto.

Surpreendido deixou-me a divisão feminina. A filha do Flair é outra Randy Orton. A cena está-lhes pura e simplesmente no sangue (e nos muitos anos de treino). E a Naomi… uau. Já a sigo em tudo o que é rede social.

Nestas 5 curtas horas de emissão, houve um pedido de casamento (!), pela primeira vez imagens projectadas no interior do ringue (espectacular, especialmente porque foi com o Wyatt), um team tag ladder match absolutamente explosivo e claro, Undertaker contra Roman Reigns naquele que poderá ter sido o último combate do Fenómeno.

É bom que não seja. Dean Ambrose merecia, especialmente porque teve que abrir esta edição quando é mais do que cabeça-de-cartaz, acabar com o Taker (opinião baseada no melhor combate de sempre Taker vs Mankind, embora vá, o Kane ainda o merece mais).

BOM! E está feito o resumo, que basicamente serve aos papás mais distraídos que já dá para sacar a cena.

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