Chechénia e o seu campo de concentração para Homossexuais

Ramzan Kadyrov, presidente da Chechénia, é uma personagem fascinante. É apaixonado por Putin, odeia mulheres e claro, homossexuais.

Posto no poder por… adivinhaste, Vlademiro Putin, este tresloucado tem vindo a chamar a atenção pelos piores motivos. Desde coisas como matar um prisioneiro à pázada ou mais recentemente, no início deste mês de Abril, foi noticiado que a polícia chechena deteve mais de cem homens, alegadamente por serem homossexuais, e pelo menos três terão morrido.

Aliás, se queres ver t-shirts do Putin, um pai que obrigada os filhos a treinar e lutar MMA, entre outras aberrações, segue o Kadyrov no Instagram dele que vale mesmo a pena.

No fundo, um lunático escolhido a dedo para governar a Chechénia como Putin gostaria de governar a Rússia. Como uma imagem vale mais do que mil palavras, aqui fica o homem que ganha as eleições sempre com 97% e, claro, tem o seu próprio reallity show.

Agora a coisa parece ter ficado ainda mais séria;

É agora referido que foram criados vários campos de concentração onde os homossexuais são sujeitos a torturas como choques elétricos, sendo obrigados a deixar o país ou mortos.

“Há gays a serem presos e estamos a tentar evacuá-los dos campos. Alguns até já deixaram a região. Quem conseguiu fugir afirmou que chegou a estar em salas com mais 30 pessoas. Eram torturados com choques elétricos e agredidos. Por vezes, até à morte”, indicou a ativista russa Svetlana Zakharova.

Um porta-voz oficial de Kadyrov rejeitou que estas informações fossem verdadeiras e afirmou que não existem homossexuais no seu país.

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