O novo da Iggy Azalea e outras considerações sobre rabos grandes

A rapper Iggy Azalea ficou conhecida por cantar sobre raparigas a fazer felácios em troca de sapatos Louis Vuitton. Agora, tem um novo e interessante vídeo.

“Work”, foi o seu primeiro sucesso e conta com uns surreais 260 milhões de visualizações. Seguiram-se singles como “Fancy”, “Black Widow” ou a minha preferida “Murda Bizness” que lá cimentaram a carreira da catraia.

Agora está de volta com “Mo Bounce”, uma música sobre… acho que é sobre cus.

Espectacular composição musical, não é?

Bom, como deves imaginar, as comparações com a Nicky Minaj foram imediatas já que…

Antes de mais quero destacar que este vídeo, com versos tão bonitos como “deixei que ele me coisasse porque vendia cocaína” (como se deve, aliás, sempre fazer), tem qualquer coisa como 666 milhões de visualizações.

Portanto há uma conclusão principal a tirar sobre isto: há muita gente a gostar de rabos grandes.

Pessoalmente prefiro rabos com proporção áurea (ou como diz a Minaj, “skinny bitches”). Como não tenho mais nada que fazer, fui investigar se este fascínio por rabos grandes tem explicação científica. E não é que tem?

Para não variar, tem tudo a ver com genética e evolução humana. (mesmo muito) basicamente, um rabo grande e uma cintura fina numa fêmea dão sinais ao macho que está prontíssima a procriar e que lhe pode dar muitos filhos saudáveis. E isso chega para que a maioria dos gajos não consiga estar na rua sem andar a olhar para todos os rabos que passam.

Por isso já sabes, se ela te chatear com isso, diz que viste no Zangado que é a genética e que não tiveste culpa de estar a olhar para o rabo da outra gaja enquanto ela monologava sobre o seu dia. Ora essa, de nada.

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