Sodoma 3.0 ou violações e mortes em directo nas redes sociais

Pessoa, vamos falar 5 minutos do estado do mundo? É cada vez com maior regularidade que encontro notícias sobre tortura, violação e morte filmadas e transmitidas em directo nas redes sociais.

Duas amigas de 19 anos conheceram um homem de 29. No dia seguinte foram para o apartamento deste onde o dito as embebedou. Começou depois a violar uma delas. O que fez a outra rapariga? Filmou em live streaming pó Facebook.

O caso aconteceu no ano passado e durante o julgamento, Marina alegou que transmitiu a violação da amiga para a ajudar, no entanto, no vídeo, é possível ouvir a jovem a rir-se enquanto a amiga grita e chora para o homem parar. O advogado de Marina alegou que esta “ficou deslumbrada com as visualizações e ‘gostos’”.

Já estás assustado/a ou mais vale continuar? É que posso-te sempre falar sobre India Kirksey, de 20 anos, foi detida e está acusada de violar o próprio filho , de apenas quatro anos. Como se isto não fosse doentio que chegasse, transmitiu tudo em directo via Periscope.

E estes são apenas dois casos de algo que se está a tornar assustadoramente comum. Suícidios de actores, violações em grupo, o pior que a nossa humilde raça consegue fazer a si mesma está em directo e à distância de um clique.

Sem querer parecer um comentador de telejornal mas… não estará na altura de dizer: “ok, este grau de violência está bom, ficamos por aqui”?

Evidentemente que não! Até porque o assunto não é propriamente uma prioridade para Mark Fake News Zukacoise. Até ao momento não há, portanto, nada que impeça os psicopatas do nosso mundo de se filmarem em directo e quiçá, viralizar. Do que li de psicologia, isso não é lá grande ideia.

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