A Urna da Carrie Fisher tem a forma de um comprimido Prozac

Quando pensas que algumas pessoas não conseguem ser ainda mais espectaculares mortas do que vivas, conheces a urna da Carrie Fisher.

A coisa só se descobriu porque os fotógrafos não deixaram em paz a discreta cerimónia que enterrou mãe e filha (Debbie Reynolds, também actriz, morreu umas horas depois da filha).

Carrie há muito que falava abertamente da sua luta contra a bipolaridade e depressão (o que a levou a uma espiral de drogas legais e ilegais, entre elas, o infame Prozac).

A princesa havia comprado há alguns anos o objecto e tinha-o sempre por perto. Segundo o irmão “era umas das coisas que mais adorava”. Ora, o próprio achou que não haveria urna melhor do que essa para a sua irmã.

Carrie Fisher sempre encarou os seus problemas com bastante humor portanto é bem capaz de ter adorado a ideia.

Entretanto, e como deves simpatizar com a mulher para ter lido até aqui, pesquisa por Bright Lights. É um documentário que estreou ontem sobre a peculiar relação da mãe e filha:

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