A Internet está a tornar-nos ainda mais burros

Não que isso se note nos comentários das redes sociais, mas cientistas garantem que quanto mais dependemos dos computadores e dos motores de busca online, menor é a nossa capacidade de memória. Este é o resultado de um estudo que afirma que usar as novas tecnologias “impede que o cérebro construa memórias de longo-prazo”. Ou seja, estamos cada vez mais burros.

Estas são as conclusões de um estudo que testou 6.000 indivíduos, no Reino Unido, Itália, França, Alemanha, Bélgica, Espanha, Luxemburgo e Holanda.

De acordo com os dados recolhidos, mais de um terço dos inquiridos voltava-se para os computadores para se lembrar das informações e, em especial no Reino Unido, mais de metade das pessoas recorria em primeiro lugar aos motores de busca para responder a questões.

A investigação da Universidade de Birmingham sugere que o uso destas ferramentas pode ter um impacto negativo na memória a longo-prazo, uma vez que estas pequenas informações do quotidiano são muitas vezes esquecidas de imediato.

Esta investigação vem de encontro a outra, do Laboratório de Kaspersky, que afirmou que as pessoas tendem a ver os dispositivos tecnológicos como “extensões do cérebro”, o que provoca uma “amnésia digital”.

Para fechar em beleza: Metade dos adolescentes entre os 16 e os 24 anos afirma que os seus smartphones contêm quase toda a informação que precisam de saber ou recordar.

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