Nestas tu não podes entrar: redes sociais para as elites

Como o capitalismo já te demonstrou, há coisas que simplesmente não mereces. És uma espécie de humano de segunda, e felizmente, essa diferenciação, chegou agora às redes sociais.

São conhecidas apenas em meios restritos e servem sobretudo para promover encontros e eventos em várias partes do mundo. É o caso da Inner Circle, da Asmallworld e da ainda mais exclusiva ELQT, que junta milionários em eventos cuidadosamente seleccionados como fins-de-semana em hotéis de luxo, jantares e cocktails privados. Menos restritiva e sem qualquer requisito bancário, mas impondo mínimos de inteligência, a Intelligent People é outra rede social que não aceita o perfil de toda a gente: só dos que têm um QI acima da média.

Para fazer parte de redes como Inner Circle ou Asmallworld será necessário primeiro passar por vários crivos, de avaliações financeiras, curriculares e profissionais à situação familiar do candidato. A entrada está longe de ser imediata; terá de ser sempre validada pela equipa que gere a rede e em muitos casos acontece por convite. Há ainda algumas redes que cobram quotas anuais ou inscrições que podem atingir os 3 mil euros.

Uma vez dentro do clube é todo um mundo de luxo e glamour que se abre: eventos exclusivos em cidades europeias da moda como Paris, Londres ou Milão, partilha de experiências de viagem e de interesses comuns num círculo fechado, ou seja, nada onde tu e eu possamos meter o bedelho.

No fundo, uma espécie de Loja Maçónica Online, ou uma Team Bildenberg. Fica-te pelo teu reles Instagram ou Facebook que a elite não gosta de piolhosos.

DR_Apple

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