Orgias no Vaticano: Nem o Marquês de Sade se lembrava desta

Já todos sabemos o muito bom resultado de enclausurar homens carregados de testosterona em mosteiros ou locais semelhantes em prol do celibato (que já agora não consta em lado nenhum do livrito deles, é mesmo só por vontade de uma série de Papas). Desta vez começaram mais dois julgamentos em Itália que esclarecerem um pouco mais o que acontece no maior paraíso fiscal da Europa, aliás, o Vaticano.

Não se fala muito nisso mas parece que construir a principal catedral do Vaticano em cima de uma antiga necrópole romana não tem dado muita sorte aos nossos amigos do JC.  Agora dois novos escândalos assombram o Vaticano: Um padre do norte da Itália é acusado de procurar parceiros gays na internet e participar em orgias que nem o próprio Marquês de Sade teria imaginação, enquanto outro é suspeito de assassinar uma mulher grávida na cidade de Arezzo, no sul do país.

A suspeita do assassinato foi levantada depois de uma ossada feminina ser encontrada na laje da capela. Ao que tudo indica ossos são da beata Guerrina Piscaglia, de 50 anos,— desaparecida desde o ano passado— que estaria grávida do padre Gratien Alabi. O padre, que é da República Democrática do Congo, negou as acusações e afirmou que é inocente, como seria de esperar.

No norte da Itália, outro religioso, de 50 anos de idade, foi expulso do cargo de padre depois de ser acusado por procurar parceiros sexuais na Internet e promover orgias homossexuais. A denúncia partiu de um homem de 32 anos, Andrea Baldon, da cidade de Rovigo, que afirmou ter mantido conversas com o padre no Facebook e estabelecido uma estreita amizade. De acordo com o homem, o pároco admitiu sua homossexualidade e revelou que mantinha relações sexuais com outros religiosos— inclusive com membros da Guarda do Vaticano.

Os detalhes deste segundo caso são ainda mais sombrios. Andrea Baldon disse em tribunal que o padre Antonio Calvieri lhe chegou a perguntar se conhecia rapazes de 17 anos “magros e bem-dotados” e prometeu-lhe orgias de meia-noite com guardas do Vaticano e claro, padres. Para além disto, no depoimento a que o jornal  Corriere Della Sera teve acesso Baldon disse ainda: “A sua fantasia era que eu seria Judas Iscariotes e, uma vez que eu tinha traído Jesus, teria de pagar o preço, tornando-se seu escravo.”

Na denúncia, Baldon anexou gravações das conversas com o padre o que, de acordo com o Arcebispo de Taranto, Filippo Santoro, comprovou a “veracidade dos factos”. O padre afirmou ainda que esse tipo de comportamento é “absolutamente incompatível com o sacerdócio”. No entanto, e depois de milhares de queixas sobre pedofilia, muitos dizem que o despacho do Ratzinger teve tudo a ver com o “Lobby Gay” que assolou o Vaticano e veio confirmar o que muitos, há anos, afirmam: é má-ideia juntar fanáticos religiosos, dar-lhes dinheiro e poder ilimitados, numa espécie de país com apenas 44 hectares.

Para terminar, fica uma interessante lista: Casos de Pedofilia dentro da Igreja Católica por País Votos de um santo domingo.

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One thought on “Orgias no Vaticano: Nem o Marquês de Sade se lembrava desta

  • Abril 3, 2016 at 11:07 pm
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    A humanidade só se emancipa quando se libertar de credos e de religiões e de todos os que usam estes mitos para a escravizar, usar e dela se alimentarem.

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