Crítica: De Corpo e Alma, “Livro” de Érica Fontes

Acabei agora de ler. Fiquei satisfeito por o ter feito de pé, no Jumbo. De leitura fácil, Érica Fontes, faz-nos mergulhar num registo pessoal, por vezes cru, da sua ascensão no mundo do cinema erótico para adultos. Fala-nos de como achou peculiar começar, particularmente na puberdade, a sentir coisas que não sentia.

Relembra a importância de evitar doenças sexualmente transmissíveis como em “Entregou-me um dildo preto, comprido (descrição a fazer lembrar um Eça) e estilizado”. O Pessoa e A Florbela que se cuidem porque esta miúda promete, depois de abanada, abanar ela mesma a literatura portuguesa. Pior do que a … olha, esqueci-me do nome dela! A que escreve livros de m”#$%. Rebelo Pinto? É uma coisa assim.

Bom, mais do que palavras, a própria Érica em discurso directo:

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Eu sei. Eu sei.

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